O início do ciclo da soja é um período decisivo para garantir uniformidade, plantas vigorosas e alto potencial produtivo da lavoura. No entanto, essa fase também é uma das mais vulneráveis à ação de pragas iniciais nas lavouras de soja, que podem comprometer rapidamente o desenvolvimento das plântulas e causar prejuízos significativos.

Caliothrips brasiliensis / Frankliniella schultzei

Os tripes são considerados uma das pragas iniciais mais comuns em lavouras de soja, especialmente em períodos quentes e secos, condições que favorecem sua multiplicação.

PRINCIPAIS DANOS:

  • Bronzeamento e prateamento das folhas;
  • Redução da área fotossintética;
  • Causadores da doença “queima do broto”.
A presença de tripes interfere diretamente no vigor inicial da cultura e pode resultar em perda de produtividade se não houver monitoramento adequado.

O chamado complexo de lagartas reúne diferentes espécies que atacam a soja desde os primeiros estágios vegetativos, consumindo rapidamente a área foliar e comprometendo a fotossíntese. As principais espécies são, Anticarsia gemmatalis, Chrysodeixis includens, Helicoverpa armigera e Spodoptera frugiperda. 

 

PORQUE SÃO PERIGOSAS?

A alta voracidade dessas lagartas pode levar à redução brusca da área foliar, prejudicando:
  • O vigor inicial da lavoura;
  • A produtividade;
  • Aumento da ocorrência de novas pragas e doenças.

Diabrotica speciosa

A vaquinha é uma das pragas iniciais mais frequentes e pode afetar o desenvolvimento da soja tanto na parte aérea quanto no sistema radicular. 

 

IDENTIFICAÇÃO E DANOS:

Adultos

  • Raspam as folhas, produzindo o “janelamento”.
  • Reduzem o vigor e a área fotossintética.
Larvas (larva-alfinete):
  • Atacam raízes e plântulas;
  • Aumentam o risco de falhas na formação inicial da cultura.
Essa praga é especialmente problemática em áreas com histórico de infestação, exigindo monitoramento contínuo.

Lesmas e caracóis têm se tornado pragas cada vez mais frequentes nos sistemas de produção de soja, especialmente em áreas com plantio direto, alta umidade, resíduos vegetais no solo e períodos chuvosos no início do ciclo da cultura. Esses moluscos são predominantemente noturnos e se alimentam de tecidos vegetais, atacando desde a semente até plântulas recém-emergidas.

PRINCIPAIS DANOS:

  • Consumo de sementes em germinação;
  • Furos irregulares nas folhas jovens;
  • Redução da população inicial da planta;
A alimentação intensa ocorre principalmente durante a noite e em dias nublados, o que dificulta a detecção imediata, tornando o monitoramento constante essencial nas primeiras semanas após o plantio.

Acompanhamento técnico faz toda diferença no campo

Com o Manejo Vaccaro,  priorisamos a segurança da lavoura, eficiência operacional e resultados constantes. O produtor pode contar com:

Acompanhamento especializado dos nossos consultores

Profissionais capacitados que monitoram a área, identificam rapidamente qualquer alteração e orientam nas decisões.

Diagnósticos técnicos precisos

Avaliações de campo que permitem compreender o nível de infestação, estágio da praga e impacto real na cultura.

Indicação correta de produtos e tecnologias

Recomendações baseadas em eficácia comprovada, sempre alinhadas às necessidades de cada área.

Planejamento personalizado para cada propriedade

Cada talhão possui um histórico, um potencial produtivo, desafios específicos e nosso manejo respeita essa realidade.

A união entre tecnologia, assistência técnica especializada e boas práticas agrícolas, somada ao acompanhamento próximo dos consultores Vaccaro, garante que o produtor tenha mais segurança no arranque da safra.


Essa abordagem fortalece o estabelecimento inicial da lavoura, reduz riscos e cria as condições ideais para alcançar produtividade elevada e resultados consistente safra após safra.

Mauro Deon

Gerente de Desenvolvimento de Mercado - Vaccaro Agronegócios